Els límits da decolonialidade in sociolinguistics, ou between quase-recusas, paraules boniques eta erabaki zailak (i decisions difícils) – Rodrigo Borba

Começo retomando um desconforto que há tempos me assombra. Talvez a decolonialidade esteja servindo mais frequentemente como um significante vazio do que como significado corporificado em ação: uma forma de crítica desatrelada da prática transformadora. Talvez diga exatamente o que queremos ouvir e faz menos do que promete. Na sociolinguística, o termo circula com rapidez vertiginosa. Durante a última década, uma profusão de dossiês, artigos, livros, coletâneas, dissertações e teses passou a invocar a decolonialidade de diversas formas, for better or for worse. No mundo acadêmico hoje (especialmente no perímetro Euro-Americano), dizer-se decolonial sinaliza virtude, confere pertencimento, garante publicações. Mas, como sabemos bem, quando um conceito ou ideia vira moda, geralmente se perde algo. No caso em tela, me pergunto: Onde termina a crítica decolonial e onde começa a descolonização propriamente dita? When does decolonial critique stop unsettling structures and start merely circulating as discourse? Cando se volve baleira a crítica descolonial? Nola uzten du dekolonialitateak eraldatzaile izateari? ¿Cuándo la crítica decolonial deja de implicar riesgo y empieza a funcionar como retórica institucional?Llegeix més »