Flor i Moreno, Vicent. (2025). Contra la llengua dels valencians. Una batalla per la cultura. Afers. [240 pàgines]
1. Construir el mapa d’un camp
La tesi central del llibre és nítida: els atacs contra el valencià no constitueixen fenòmens espontanis ni aïllats, sinó que resulten d’una estratègia sistemàtica i continuada per subordinar la llengua catalana i els seus parlants a la llengua castellana, i a una identitat espanyola fortament vinculada. Aquesta estratègia està impulsada per persones i grups de poder que instrumentalitzen el secessionisme lingüístic per mantenir l’hegemonia del castellà i impedir qualsevol projecte de normalització del valencià. L’autor manifesta des del principi la intenció d’”impugnar l’statu quo actual i, en concret, posar en dubte com és d’acollidor el Regne d’Espanya” (p. 14).Llegeix més »

Começo retomando um desconforto que há tempos me assombra. Talvez a decolonialidade esteja servindo mais frequentemente como um significante vazio do que como significado corporificado em ação: uma forma de crítica desatrelada da prática transformadora. Talvez diga exatamente o que queremos ouvir e faz menos do que promete. Na sociolinguística, o termo circula com rapidez vertiginosa. Durante a última década, uma profusão de dossiês, artigos, livros, coletâneas, dissertações e teses passou a invocar a decolonialidade de diversas formas, for better or for worse. No mundo acadêmico hoje (especialmente no perímetro Euro-Americano), dizer-se decolonial sinaliza virtude, confere pertencimento, garante publicações. Mas, como sabemos bem, quando um conceito ou ideia vira moda, geralmente se perde algo. No caso em tela, me pergunto: Onde termina a crítica decolonial e onde começa a descolonização propriamente dita? When does decolonial critique stop unsettling structures and start merely circulating as discourse? Cando se volve baleira a crítica descolonial? Nola uzten du dekolonialitateak eraldatzaile izateari? ¿Cuándo la crítica decolonial deja de implicar riesgo y empieza a funcionar como retórica institucional?
